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PostHeaderIcon Engajamento pela pacificação. Vários setores participam, mas evangélico não

Que a justiça brasileira é lenta, todos nós sabemos. O que nem todos sabem é que a culpa não é só do judiciário e nem só dos juízes. E também não sabem do incansável empenho que o judiciário vem realizando no intuito de reduzir esta morosidade que tantos prejuízos causa a população.

O mais recente empenho foi o movimento nacional pela conciliação de conflitos judiciais, evento através do seminário intitulado Conciliação e Mediação: Estruturação da Política Judiciária Nacional, realizado em São Paulo nesta terça-feira (28/6), com a participação de diferentes setores da sociedade.

Esteve representado o Conselho Nacional de Justiça (CNJ), o Supremo Tribunal Federal (STF), além de muitas outras autoridades da justiça brasileira. Do segmento empresarial, participou a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), a Federação Brasileira dos Bancos (Febraban) o Sebrae e outras entidades. Mas, lamentavelmente, no segmento evangélico, não se contou a presença de nenhum representante. O Pastor Weslei Fernandes, do TRICRIS foi convidado, mas não em nome do segmento evangélico.

Constatou-se o engajamento do setor empresarial, que através do presidente da Fiesp, Paulo Skaff, demonstrou o interesse dos empresário em apoiar a cultura da conciliação, por considerar que ela interessa a todo o país. A entidade foi mais além: se propôs a doar ao Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo (TJSP) um ônibus para ser utilizado como gabinete itinerante de conciliação.

Interesse também se constatou no segmento bancário através da manifestação da Febraban cujo presidente, Sr. Murilo Portugal, disse que “é grande o interesse dos bancos em priorizar a solução de conflitos judiciais por meio da conciliação”.

Outros segmentos representados no evento manifestaram total interesse e apoio em mudar a cultura da população promovendo mais conciliação, harmonia nas relações e, consequentemente, menos conflitos e mais paz.

Lamentavelmente o segmento evangélico que tem por determinação de Deus a missão de ser o maior agente da paz, não se engajou no esforço pela pacificação. Perdeu uma valiosa oportunidade de agir e de dar o exemplo.

Pr. Weslei Fernandes

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