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PostHeaderIcon Dúvida na Oapaz: divulgar ou não o que se faz?

Chegou ao nosso conhecimento que na semana passada, em uma rede social, duas pessoas diferentes postaram em dias também diferentes, diferentes postagens. Na verdade, opostas:

- Em uma o autor expressava sua discordância de capelães que usam as redes sociais para divulgar suas boas obras, dizendo o que fizeram de bom em capelania para alguém.

- Já o outro autor, fazia referência a uma publicação do Tricris - Tribunal Cristão de Conciliação que alegremente informava ter sido mais uma vez o lugar de conciliação no qual obteve a solução pacífica para um conflito que se arrastava por algum tempo. Tratava-se de uma ong que enviou grande quantidade de doações para necessitados de um estado mas por causa de um empresário-pastor que espontaneamente se prontificou a pagar o frete, deixou de cumprir a palavra, ficando as doações retidas na transportadora que por sua vêz cobrava da instituição o transporte feito.

Além disto, a pessoa que seria responsável pela mobilização naquele estado, só posteriormente se revelou não ser uma real voluntária de causas sociais e sim estar mais à procura de um emprego "com um bom salário" e de holofotes para divulgar a sua imagem - se aparecer como se diz popularmente -  atitude que a ong não comunga. Juntando os dois fatos, criou-se um conflito com as doações.

Não se chegaram a um consenso. Procurou-se então o Tricris onde tudo foi resolvido com a transportadora se tornando parceira da ong doadora, recolhendo as doações naquele estado e destinando-a a outro que justamente na ocasião se apresentava com maior necessidade em virtude de ter surgido grande quantidade de vítimas de enchentes.

A pessoa que postou o comentário parabenizou o Tribunal Cristão mas acrescentou que gostaria de ver se as doações, de fato, chegaram as mãos das pessoas necessitadas.

Assim, percebe-se que numa postagem há oposição a se ficar divulgando o que se faz. E nisto a Oapaz concorda tanto que se fosse tornar publico tudo que ja fez em favor de pessoas até famosas, poderia parecer que a instituição o fazia por auto-promoção. Por isto o pouco que tornou público, o fez mais como um relatório aos seus diversos colaboradores, voluntários e mantenedores. Mesmo assim evitou (salvo raríssimas exceções) citar nomes de pessoas da nossa equipe e das pessoas ajudadas.

Na outra postagem, o comentarista colocou dúvidas se de fato as doações estavam chegando a quem devia receber. Desagradável resultado causado pela desinformação que tende a levantar dúvidas quanto a possibilidade de se estar faltando com a verdade. Não menos desagradável suspeita de nada se estar fazendo. Pior: de se estar sendo omisso.

Diante destas duas situações, o que fazer? Divulgar o que se faz, prestando contas e estimulando outros a fazerem algo por alguém porém, incorrendo no risco incompreensível de julgadores acusando (pior, condenando) de se estar querendo aparecer?

Ou nada divulgar e se incorrer no outro não menos incompreensível risco de outros julgadores acusando (pior, condenando) de não se estar fazendo nada?

Sem uma escolha confortável, a Oapaz tomou uma decisão: fazer de forma mais intensa, o que evitou (na verdade fez sem muito alarde) em todo este tempo: aumentar um pouco mais a sua prestação de contas aos seus colaboradores, parceiros, voluntários, mantenedores e até mesmo a "julgadores" de plantão que não tendo o que fazer, escolhem desfazer com suas críticas destrutivas, o que os outros fazem de bom.

Por isto, você que nos acompanha e nos apoia (mas também você que nos acompanha para criticar), verá que a partir de hoje, estaremos postando um pouco mais (não muito) do muito que temos feito em prol da paz, da solidariedade, através das nossas ações de ajuda humanitária.

Continue nos acompanhando. Começaremos as postagens. E nelas falaremos mais!

 

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