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PostHeaderIcon Advogados do pastor x advogados do infrator

O Pastor e homem de Deus, Silas Malafaia e o infrator e traficante Nem tiveram seus nomes e imagens ocupando espaços na mídia esta semana. Só que em campos opostos.

 De um lado, o Pastor Silas, por conta de uma palavra dita em uma entrevista, mas interpretada de forma diversa pelo entrevistador, ao se defender, disse que dispunha de bons e capacitados advogados para atuar em sua causa.

 De outro lado, o traficante Nem, tentando fugir da ocupação da favela da Rocinha que estava prestes a ser consumada pela policia do Rio de Janeiro, tinha a seu serviço três advogados que de tão maus profissionais, foram presos juntamente com ele. Agiram de forma proibida por lei. Agiram erradamente por uma causa criminosa.

 Mas aí você deve estar perguntando: o que este artigo quer dizer? Respondo dizendo que assim como existem maus profissionais (os a serviço do infrator Nem) existem os bons (os a serviço do Pr. Malafaia). Quero dizer também que maus e bons profissionais não existem apenas na advocacia, mas em todas as atividades: policiais, políticos, juízes, pastores... e árbitros (juízes arbitrais).

 Ainda citando a ocupação das favelas cariocas, a mídia também mostrou que graças ao bom policial, que se recusou a agir errado recebendo propina, o traficante mais procurado do RJ foi preso. E o policial honrado diante de toda a corporação, da nação e até no exterior. Diferente dos outros maus policiais que por tentarem ajudar bandidos a fugirem, foram humilhados, presos e desonrados.

 Temos visto também ministros sendo exonerados, políticos sendo cassados, médicos sendo presos e até, pasmem,  pastores sendo processados e juízes sendo condenados. Mas, felizmente, temos visto outros profissionais destas mesmas áreas sendo homenageados, honrados, por serem bons. Como se vê, até nas atividades onde era para ter apenas pessoas honestas, encontram-se desonestos.

Árbitros (juízes arbitrais) bons e maus

Como não poderia deixar de ser, infelizmente, na justiça arbitral acontece a mesma lamentável situação de se encontrar profissionais bons e maus. Nos últimos anos se viu a polícia fechar algumas entidades resultando em alguns árbitros presos e outros condenados. Muitos notadamente por agirem de má fé e premeditadamente com intenção de obter vantagem de forma errada visando um enriquecimento ilícito.

 Mas outros, mesmo não tendo estas intenções maléficas, faltaram-lhes experiência e conhecimentos suficientes para o exercício da atividade. Achando que estavam agindo corretamente, cometeram atos que restaram em prejuízo de alguém ou contrários ao que a legislação permite. A ausência de má fé, porém, não lhes poupou de ter que arcar com penosas consequências de suas decisões. E pior: ajudou a abalar a credibilidade de uma instituição que foi criada para ajudar a muita gente, a sociedade e ao país. Ajudou a prejudicar seus colegas que têm prestado serviços úteis e atuado de forma correta.

 O Ministério Público e as polícias civil e federal tem feito batidas à procura dos maus elementos que, se aproveitando de uma atividade lícita que proporciona tantos benefícios para a sociedade, vêm atuando de forma ilícita. Mas para os que agem dentro da legalidade, em conformidade com a legislação, têm até recebido apoio da sociedade, das autoridades e até mesmo de juízes lotados nos fóruns mantidos pelos governos estatuais e federal. Isto porque até eles sabem o quanto é útil e necessária a prestação dos serviços da justiça privada para a comunidade. Inclusive sabe-se de vários meritíssimos que após se aposentarem do fórum em suas comarcas, passam a fazer parte da justiça privada atuando em câmaras de mediação e arbitragem. Alguns até constituem entidades as quais passam a dirigir. Prova de que a atividade é lícita e necessária.

Atual foco do Tricris é dar suporte aos bons juízes arbitrais

O Tricris após vários anos de atividades e sabendo do fechamento de instituições arbitrais e prisões de profissionais, acrescentou ao rol de missão, a de ajudar a minimizar tais efeitos colaterais. Depois de ter atuado em uma infinidade de processos dos mais diferentes possíveis, cuja quantidade já alcançou a casa dos milhares, adquiriu uma experiência suficiente para levá-la a tantos quantos, estando no início de atividade e ainda no desempenho dos seus primeiros processos arbitrais, querem prosseguir de forma correta. Beneficiando-se da experiência que lhes é passada no suporte, a tendência é de errarem menos. Ou com menor gravidade. Não se quer dizer que se vai alcançar a perfeição; se vai diminuir a imperfeição, os erros.

 O Tribunal Cristão ainda continua atuando na realização de audiências. No mês passado - outubro – foi procurado para atuar num processo envolvendo duas fazendas e dois pastores sendo um da Bahia e o outro presidente de uma denominação com igrejas até no exterior. Mas, sem abandonar esta área que é a processual, a equipe vem focando sua atenção em duas outras linhas de ação: 1ª) difundir a cultura da pacificação por meio da mediação, conciliação e arbitragem oferecendo suporte para quem deseja iniciar nesta atividade; e 2ª) Oferecendo consultoria para instituições já existentes mas que, tendo pouca experiência, têm encontrado dificuldades na aplicabilidade e  interpretação da lei e na atuação arbitral.

 O Tricris vem trabalhando em vários projetos de apoio. Neste mês de novembro dois deles são destaques na capital baiana: prestando suporte para a implantação de um novo tribunal arbitral e prestando serviços de consultoria para uma entidade já existente e em atividade. Em uma visita a eles, o Pr. Weslei Fernandes detectou que eles vem desempenhando um belo trabalho. São pessoas comprometidas com Deus. E por já terem visto práticas reprováveis em outros juízes arbitrais, decidiram não se enveredarem por igual caminho. Querem fazer tudo da forma mais correta possível. Por isto, tiveram a humildade de convidar o Tricris para uma reunião e solicitar o suporte para detectar possíveis falhas e apresentar correções.

 Após dois encontros, ficou aprovado que o Tricris vai se encarregar de algumas estratégias: 1ª) realizar um curso de reciclagem para os membros deste tribunal arbitral; 2ª) realizar um trabalho de consultoria com o objetivo de detectar possíveis falhas apresentando alternativas de solução e/ou correção; 3ª) apresentar um projeto de expansão tendo como alvo tornar a instituição e a atividade de mediação e arbitragem, mais conhecida, procurada e utilizada na comunidade de Salvador; e 4ª) criar e dar manutenção a um site pelo qual a instituição arbitral possa se dar a conhecer e se comunicar com seu público alvo.

 Com isto, Salvador terá mais uma leva de bons profissionais à sua disposição. Independente de existir alguns maus que serão ignorados até que a justiça os encontre e cuide deles, assim como aconteceu com os advogados e policiais no Rio de Janeiro. Os maus tem um destino: a prisão. Os bons tem um compromisso: continuar seus bons serviços.

 Não se pode generalizar achando que por alguns agirem com desonestidade, todos os demais farão o mesmo. Ainda existem muitos bons pastores, juízes justos, excelentes policiais, advogados exemplares... e juízes arbitrais honestos e tementes a Deus.

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