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PostHeaderIcon Bancos dão exemplo a alguns pastores

Os bancos participantes do sistema financeiro nacional, através de sua entidade representativa, a FEBRABAN, apoiam a mediação e arbitragem como forma alternativa de resolução de conflitos. Segundo a federação, o objetivo é “contribuir para que profissionais e organizações desenvolvam suas habilidades para transformar conflitos em colaboração e evitar o lado destrutivo dos confrontos, por meio  do gerenciamento do conflito, propiciando a continuidade das relações a partir da mudança de padrões comportamentais, lingüísticos e relacionais”.

Ainda segundo a entidade, “ a mediação é o instrumento mais atual e flexível para a solução pacífica de controvérsias. Orienta-se pelo entendimento da complexidade de posições, necessidades e interesses de múltiplas partes: a empresa, os funcionários e seus familiares, fornecedores e parceiros, acionistas, sociedade  comunidades e meio ambiente”.

 Para alcançar este objetivo, e talvez pela falta de profissionais atuantes nesta área, a Febraban chegou a investir fortemente em cursos para capacitar interessados em atuar. E já recorreram diversas vezes a mediadores e juízes arbitrais para que através de audiências, conciliatórias ou não, se resolvessem situações que antes iam parar na justiça comum onde é grande o desgaste físico, emocional, financeiro e relacional.

 Um bom exemplo para a igreja evangélica que deveria pensar e agir da mesma forma. Promovendo a conciliação estaria transformando  conflitos em colaboração e evitando o lado destrutivo dos confrontos entre irmãos que tanto se saúdam com “a paz”, “paz em Cristo”, “a paz do Senhor”, “graça e paz”, etc.

 Felizmente já são muitos os pastores que apoiam a mediação e arbitragem atualmente. Mas ainda se vê alguns que são omissos ou ignoram esta cultura. Que estes lideres evangélicos se conscientizem de sua capacidade de representação e diálogo com os diversos segmentos da sociedade. E intensifiquem o apoio a cultura da conciliação seguindo o exemplo dos bancos fazendo suas, as atitudes e palavras dos banqueiros: “contribuir para que profissionais e organizações desenvolvam suas habilidades para transformar conflitos em colaboração e evitar o lado destrutivo dos confrontos, por meio  do gerenciamento do conflito, propiciando a continuidade das relações a partir da mudança de padrões comportamentais, lingüísticos e relacionais”.

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