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PostHeaderIcon Palavras de um dos ex-presidentes do Tribunal de Justiça de MG sobre a missão de um pacificador

Querendo definir o que representa o ato de um pacificador, não encontraríamos palavras tão poéticas quanto reais do que a do Desembargador Orlando Adão Carvalho quando, na época em que presidiu o Tribunal de Justiça do Estado de Minas Gerais, escreveu uma carta aos conciliadores que estavam se preparando para atuar após um curso naquele estado.

Assim se expressou o Desembargador Orlando:

“Para você, conciliador, que tem o dom especial de transformar discórdia em harmonia, lágrimas em sorrisos, diferenças em respeito e possibilidades de crescimento, manifestamos nossa sincera gratidão.

Todo aquele que se dedica ao bem-estar social, pacificando as pessoas e reconstruindo relacionamentos, está contribuindo, de forma decisiva, para a
construção de um mundo melhor.

Conciliação representa mudança de cultura. É preciso estar aberto para ouvir e acolher o outro. Ao invés do ponto final, as reticências e os dois pontos.
Há sempre novas e outras razões - a verdade absoluta está fora do nosso alcance.

Você faz a diferença para o Judiciário de Minas e para a nossa comunidade. Poderíamos repetir, aqui, o conhecido hino religioso, que traduz a
grandiosidade do seu gesto:

“Fica sempre um pouco de perfume/nas mãos que oferecem rosas/nas mãos que sabem ser generosas.”

O Tricris não precisa acrescentar nada a estas tão belas palavras. Que elas possam ecoar na mente de todos os pastores e cristãos que tem abraçado esta nobre missão da pacificação.

Um pastor usado como instrumento nas mãos de Deus para cuidar de ovelhas (vidas), realiza um ministério espiritual. Um pastor que acrescenta ao seu ministério, a missão da pacificação de vidas, está ajudando na construção de um mundo melhor.

Que estas belas palavras do Desembargador Orlando possa ecoar na mente de tantos pastores-conciliadores que tem sido despertados para esta nobre missão de pacificador.

Palavras de um dos ex-presidentes do Tribunal de Justiça de MG sobre a missão de um pacificador

 

 

Querendo definir o que representa o ato de um pacificador, não encontraríamos palavras tão poéticas quanto reais do que a do Desembargador Orlando Adão Carvalho quando, na época em que presidiu o Tribunal de Justiça do Estado de Minas Gerais, escreveu uma carta aos conciliadores que estavam se preparando para atuar após um curso naquele estado.

 

Assim se expressou o Desembargador Orlando:

“Para você, conciliador, que tem o dom especial de transformar discórdia em harmonia, lágrimas em sorrisos, diferenças em respeito e possibilidades de crescimento, manifestamos nossa sincera gratidão.

 

Todo aquele que se dedica ao bem-estar social, pacificando as pessoas

e reconstruindo relacionamentos, está contribuindo, de forma decisiva, para a

construção de um mundo melhor.

 

Conciliação representa mudança de cultura. É preciso estar aberto para

ouvir e acolher o outro. Ao invés do ponto final, as reticências e os dois pontos.

Há sempre novas e outras razões - a verdade absoluta está fora do nosso

alcance.

 

Você faz a diferença para o Judiciário de Minas e para a nossa

comunidade. Poderíamos repetir, aqui, o conhecido hino religioso, que traduz a

grandiosidade do seu gesto:

 

“Fica sempre um pouco de perfume/nas mãos que oferecem rosas/nas

mãos que sabem ser generosas.”

 

O Tricris não precisa acrescentar nada a estas tão belas palavras. Que elas possam ecoar na mente de todos os pastores e cristãos que tem abraçado esta nobre missão da pacificação.

 

Um pastor usado como instrumento nas mãos de Deus para cuidar de ovelhas (vidas), realiza um ministério espiritual. Um pastor que acrescenta ao seu ministério, a missão da pacificação de vidas, está ajudando na construção de um mundo melhor.

 

Que estas belas palavras do Desembargador Orlando possa ecoar na mente de tantos pastores-conciliadores que tem sido despertados para esta nobre missão de pacificador.

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Comentários  

 
0 #1 Pr.ROGÉRIO OLIVEIRA 09-11-2011 00:15
QUE NOBRE MISSÃO !
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